Blog do Maria

17/10/2009

"Carceragem" na África do Sul

Ao contrário do que aconteceu durante a preparação do Brasil para o  Mundial da Alemanha, na cidade de Weggis, na Suíca, o ambiente da seleção brasileira será fechado na África do Sul (e isso vale para os treinos), como noticiou hoje o Globo, em entrevista concedida por Ricardo Teixeira ao repórter Maurício Fonseca. Ufff!!   Ainda  bem.

O que aconteceu por lá foi brincadeira. Ou melhor:  um absurdo. Para se chegar ao local onde o Brasil treinava, num pequeno estádio e no qual o torcedor pagava ingresso para participar de tudo o que acontecia éramos obrigados a atravessar uma verdadeira feira livre. Aliás, mais parecia a Feira da Providência ou uma Feira de Exposições, pois as barracas não vendiam apenas comida. Havia de tudo o que se possa imaginar: até shows de música e de dança aconteciam em locais fechados ou no meio da rua.

Na arquibancada, durante os treinos (treinos?...  uma menina chegou a invadir o campo para beijar um jogador. Isso é sério?). Vivia-se uma grande festa. O  torcedor comemorava tudo. Por exemplo: quando o roupeiro Rogélson Barreto entrava em campo com o saco de bolas nas costas mais parecia Robinho ou o Ronaldinho Gaúcho fazendo aquele particular espetáculo de controlar a bola, como o que costumamos assistir nas apresentações do "Cirque de Soléil".

Gente...Parreira não podia sequer repreender alguma jogada errada, tal o clima vivido na arquibancada que circundava o campo. Na minha primeira coluna Panorama Esportivo, do Globo, sobre a Copa, muito antes de o Brasil mudar da Suíca para Alemanha , o título foi "Cruz Credo!" e contei tudo o que havia de errado ali em Weggis e que me lembrava um pouco o clima vivido antes da Copa da Espanha, que, a bem da verdade era bem mais sério do que o que se viu no último mundial. Muitos criticaram meu ponto de vista  e acharam que eu estava equivocado.

Mas acho que acertei, o time esqueceu que futebol não é apenas espetáculo, é "guerra" também. É como no ringue: o lutador pode ser melhor, mas no que baixa a guarda, leva um direto no queixo e  ... lona. Não estou incitando ou pedindo violência. Mas no período de Copa do Mundo, a seriedade tem que ser total. O time não pode se deixar contaminar pela euforia da torcida. Principalmente numa Copa do Mundo.  Um exemplo? O incidente entre Zidade e Materazzi na final da Copa do Mundo.

Mas pelo que a reportagem mostrou, a lição foi aprendida.

Por Maria às 09h53

16/10/2009

Parabéns Gana !

 

Saudades dos tempos em que os jogadores eram feitos nas categorias de base dos clubes e pertenciam unicamente a esses clubes. Isso acabou.

E perguntar não ofende: O Brasil ainda é, está deixando de ser ou não é mais o país do futebol?

P.S. A seleção de Gana teve um jogador expulso no primeiro tempo e, além de atuar com 10 homens os últimos 45m, segurou o Brasil na prorrogação. Pode?  Só não me venham colocar a culpa exclusivamene no técnico Rogério.  

Por Maria às 18h07

Flu, a agonia sem fim

O Fluminense enfrentará  o Internacional no Maracanã, domingo. O time carioca é o lanterna e só milagre o livrará do rebaixamento. A vitória não  lhe garante nada. O Internacional, em terceiro, tb precisa vencer para impedir que o Palmeiras aumente os seis pontos de vantagem ou quem sabe diminuir para três de diferença, em caso de derrota do líder. Cito este jogo, pq na temporada passada, a situação era mais ou menos parecida -  mas não dramática quanto agora. O Fluminense, que, vivia na zona da degola,  só conseguira se livrar do grupo lá debaixo na rodada anterior, a 35a., ao derrotar a Portuguesa . Mas  vitória era importantíssima para não correr o risco de cair novamente. O jogo foi disputado no Beira-Rio e o Fluminense surpreendeu o time gaúcho: venceu por 2 a 0, gols de Romeu e Washington, de pênalti. O resultado acabou com qualquer pretensão colorada de chegar ao G4. E aliviou a família tricolor.

Mas o momento atual é bem pior para o Fluminense. Não apenas  no futebol: o clube está mergulhado em profunda crise financeira. Já o ar respirado pelos colorados é bem mais leve, não lhes falta oxigênio. Agora... futebol é futebol.

 

 

Por Maria às 11h09

15/10/2009

Tô sabendo

O argentino Lionel Messi será apontado pela Fifa como  melhor jogador do Mundo, no dia 21 de dezembro. Mas, antes, no dia 6, ganhará a Bola de Ouro.

 P.S. : Queridos amigos, os primeiros comentários estão cobertos de razão. Pelo que Messi vem mostrando, ninguém duvida das  premiações. É que faltou acrescentar: a informação veio de lá, de uma pessoa que acompanha de perto as votações. Esse seria o diferencial da nota.

Mas o importante é isso, vcs se manisfestarem, abrs. Eu por exemplo, prefiro o Kaka, levando em conta inclusive as contusões que ele enfrentou ao longo da temporada. De repente, ufanismo de minha parte (risos)

 

Por Maria às 08h27

14/10/2009

Argentinos em festa. Brasileiros... também

O Brasil terminou as eliminatórias em primeiro lugar, com méritos. E mais: com três rodadas de antecedência. A Argentina, ameaçada de não se classificar para a Copa do Mundo até a última rodada, garantiu sua ida à África do Sul.

Mas, perguntar não ofende: quem está mais feliz hoje, o torcedor brasileiro, cuja seleção, mesmo jogando em casa ficou num 0 a 0 ridículo contra a fraca e desclassificada Venezuela ou o torcedor argentino, que, só garantiu sua classificação na última rodada ao derrotar o Uruguai por 1 a 0 , mas em pelo Estádio Centenário,  dentro de  Montevidéu, com tudo contra?

Não fiz qualquer crítica em relação à derrota do Brasil para a Bolívia, em La Paz, por causa da altitude - realmente um complicador importante. Agora, a atuação do Brasil em Campo Grande foi um desastre. Claro que a seleção é muito mais do que isso pelo que apresentou ao longo das eliminatórias e foi a primeira colocada. Mas nesta partida... meu Deus.

E se jogar na África do Sul esse futebolzinho mostrado em Campo Grande contra a Venezuela, um país sem qualquer tradição no futebol, nossa participação na Copa do Mundo será destrastrosa. De boca prá fora, Dunga pode até defender a seleção brasileira, que, ou bem o mal, foi a primeira colocada nas eliminatórias. Mas, certamente, ele sabe que o Brasil precisará muito mais para conquistar o hexa.

Vamos emagracer os gordos, motivar os desmotivados, enfim, trazer de volta os craques. Acho que precisamos urgentemente de jogadores que desequilibrem.

Por Maria às 21h42

13/10/2009

Vale conferir

  Editado em português, inglês e espanhol, será lançado no próximo dia 19,  no Salão Nobre do Jockey Clube Brasileiro, no Centro do Rio de Janeiro, a 5ª edição do Anuário do Futebol Brasileiro, publicação oficial do Sindicato do Futebol, que tem como finalidade mostrar nacional e internacionalmente a força do futebol brasileiro, sua organização, infraestrutura e todas as competições oficiais (realizadas no período de agosto de 2008 a julho de 2009). O livro contará ainda com um caderno especial sobre a Copa do Mundo de 2014; a conquista da Copa das Confederações pela Seleção Brasileira, campeões brasileiros das Séries A, B e C de 2008, da Copa do Brasil 2009 e tudo sobre os campeonatos estaduais de 2009.

Por Maria às 21h46

UM EXEMPLO

Queridos blogueiros

 

Hoje tive o prazer de rever pessoalmente Raul Plassmann, o grande goleiro do Cruzeiro, do Flamengo, enfim, um dos jogadores que marcaram e honraram a profissão. Ele, que não mora no Rio há algum tempo, estava espantado com sua populariade pelas ruas. E contou:

- Sempre falam comigo. Mas, ontem, foi demais. Tive que pegar um metrô.  Prá quê? As pessoas me olhavam meio desconfiadas. Cochichavam e depois se aproximavam para falar comigo. Foi um grande alvoroço no trem. Distribui autógrafos e posei para uma infinidade de fotos. Não imaginava que isso pudesse acontecer aqui tanto tempo depois de minha passagem pelo Flamengo. Essas coisas mexem com a gente. Mexem muito.

Mas é fácil explicar tal popularidade e carinho das pessoas ao se depararem com Raul, independentemente do clube que elas torcem: além grande goleiro, seu  comportamento dentro e fora do campo sempre foi exemplar. Imagem irretocável. Se faz parte da gloriosa história do Cruzeiro e do futebol mineiro, tornou-se um dos heróis do Flamengo na conquista do mundial inteclubes, em Tóquio. Um feito que tive o prazer de acompanhar como jornalista e que me marcou muito. E faço questão de publicar uma foto tirada horas antes da decisão.  

                                                                                                                                         Tóquio/13/12/1981

Dr. Célio Cotecchia, Zico, PC Carpeggiani, eu (Maria ainda cabeludo) e Raul Plassmann, antes da grande final

Por Maria às 13h55

Verdão, o mais visado

Gente

Recebi vários comentários, dando conta de que  Palmeiras perdeu para o Náutico por atuar desfalcado de oito jogadores. Claro, que, de fato, isso pesa e pesa muito. Mas que o Verdão, do grande Muricy precisa dar um jeito... precisa.  Até por ser líder todo mundo está de olho nele e querendo tirar pontos do favorito ao título. Só isso.  Agora, o líder e não pode perder para um time que está na Zona do Rabaixamento, independentemente de quem seja. Por que? Basta comparar a campanha, o retrospecto das dus equipes.

 E não tenho dúvidas de que com a volta de Diego Souza as coisas vão melhorar.

Para terminar, um conselho: Cuidado Palmeiras !!!!!!!!!!!!!

 

Por Maria às 13h14

12/10/2009

Víctor Simões, o salvador

O Botafogo deu a maior sorte. Na verdade, mereceu marcar os dois gols e poderia ter até virado.  Agora, jogando em casa, diante de sua torcida e chegar a estar perdendo por 2 a 0 é dose. Por isso sua torcida estava irritadíssima.  Quem luta para não cair tem que fazer o dever de casa sempre. Empate em casa é derrota, mesmo que seja contra os times do G4. Sempre muito vaiado, desta vez Victor Simões, autor dos gols, saiu aplaudido. Agora, nem todo dia é  "santo".  Para o Avaí, o resultado foi tecnicamente ruim pq perdeu duas posições. mas o time catarinense, com 40 pontos,  não corre riscos. 

Por Maria às 18h33

Ô Vanderlei!!!!!!

Qualé Vanderlei. Cadê o Santos? Ladeira abaixo?

Por Maria às 18h28

Feijão tropeiro e futebol

Feriado é dia de almoço longo, principalmente em Minas, onde se com muito bem e sai um feijão tropeiro legal. Mas quem gosta de futebol almoçou rapidinho e foi para o Mineirão, onde a Raposa deu uma travada legal no Galo. Por sorte, o Atlético continua no G4 e só depende dos seus resultados para se classificar para a Libertadores. O Cruzeiro subiu duas posições e de certa forma entrou na briga.  Há quem diga que o 1 a 0 ficou barato (gol de Wellington Paulista). Mas foi de bom tamanho, pois o Atlético melhorou no segundo tempo.

Por Maria às 18h17

Palmeiras... Palmeiras

O que é que está acontecendo com o Verdão? Se vencesse, estaria com o título praticamente assegurado, pois colocaria oito pontos de vantagem sobre o São Paulo. Muricy acorda o pessoal. Parabéns para o Naútico, que deu importante passo para sair da zona do rebaixamento. E não me venham com esta história que a derrota aconteceu pq o jogo foi nos Aflitos. Recife está ao nível do mar.

Por Maria às 18h11

Fala "Gato Mestre"

Queridos amigos blogueiros sei que muitos de vcs estão revoltados com a atuação da seleção brasileira, achando que este negócio de altitude não passa de uma farsa. Mas,  como repórter, já estive diversas vezes em La Paz, Quito, Bogotá, Cidade do México, enfim... e pude perceber na pele o quanto ela prejudica quem não está adaptado.

Nunca passei mal a ponto de recorrer a médico. Mas vi acontecer isso com jogadores, jornalistas ou pessoas que faziam parte da delegação, como roupeiros, massagistas... Antes, em outras épocas, quando o calendário permitia, a seleção viajava com 21 dias de antecedência e todos conseguiam se adaptar. Se com o passar dos dias, o desconforto ia melhorando, tinha gente que desmaiava no dia da chegada, no aeroporto mesmo.

Comigo era diferente. Ficava ofegante ao subir um simples lance de escada e a respiração custava a voltar ao normal. A partir do segundo dia as coisas pioravam e a dor de cabeça impedia a gente até de dormir. A partir do quinto dia o problema ia sendo sanado. E numa dessas viagens, nós jornalistas chegamos a disputar até uma pelada (ou rachão, como preferirem) contra a comissão técnica. E nada sentimos, porque já estávamos lá há uns 15 dias.  A altitude é problemática.

Eles, bolivianos, alegam que são obrigados a jogar em temperaturas de 40 graus quando aqui chegam. Mas uma coisa é calor, outra é falta de oxigênio. Na Copa da Espanha, por exemplo, os termômetros de Sevilha chegaram a marcar 49 graus na varanda do nosso hotel, à sombra. Vc sua muito, se desgasta, mas quando puxa o ar, tem a sensação de que o pulmão está cheio. Na Altitude é diferente: vc enche o pulmão e parece que ele está vazio. Só depois de 20 dias é que vc aumenta e normaliza a quantidade de glóbulos vermelhos, que são os condutores de oxigênio do corpo.

Mas para muitos, o Brasil pipocou...


Escrevi essas mal traçadas linhas sem querer dar uma de gato mestre, mas não posso deixar de relatar minha experiência e o que já vivi na altitude.

Por Maria às 11h13

Altitude

Altitude I

Os 3.540m de La Paz contribuíram para que Luisão e Miranda, dois bons zagueiros, falhassem praticamente em todos os lances de área?. Se normalmente jogassem assim estariam na seleção brasileira ou seriam titulares de grandes equipes?


Altitude II

Os 3.540m de La Paz tiveram alguma influência nas falhas do goleiro Júlio César, considerado por muitos como o melhor do mundo?


Altitude III

Os 3.540m de La Paz tiveram travado os laterais Maicon e André Santos, que praticamente atuaram no campo do Brasil? Se bem que o gol do Brasil aconteceu no único momento em que Maicon conseguiu ser o verdadero Maicon.

Altitude IV

Os 3.540m de La Paz pararam Diego Souza, destaque do Palmeiras e do Campeonato Brasileiro? Com 20m de jogo ele estava ofegante ao extremo, como mostrou uma imagem da televisão fechada nele, enquanto caminhava após uma disputa de bola.

 

Altitude V

Os 3.540m de La Paz travaram  o Imperador Adriano, que nada conseguiu?

 

Altitude VI

Os 3.540m de La Paz intimidaram Nilmar, que foi o Nilmar num único lance, o do gol - a mesma jogada em que Maicon conseguiu ser o Maicon?

 

Altitude VII

Os 3.540m prejudicaram Alex, que entrou no segundo tempo e, mesmo tendo um histórico de jogador super  participativo, pouco tocou na bola?


Altitude VIII


Os 3.540m grimparam a seleção brasileira que não perdia há 19 jogos ou ela realmente joga tão mal assim?

 

Altitude IX


Os 3.540m tiveram alguma influência na goleada de 6 a 1 sofrida pelos Argentinos?


Altitude X

Na eliminatória passada os equatorianos conseguiram a classificação  para a Copa basicamente com os pontos conquistados em Quito, que fica a 2.950 acima do nível do mar .

 

Por Maria às 11h05

11/10/2009

Altitude 2 x 1 Brasil

O Brasil perdeu para Bolívia por 2 a 1, mas pouco importa. Já entrou em campo classificado para a Copa da África do Sul e, dificilmente, conseguiria vencer a altitude, que, para mim, o foi o grande adversário do Brasil nesta partida.  A falta de oxigênio tornou a seleção brasileira apática, bem diferente daquela que se mantinha invicta há 19 partidas. Hoje, defesa, meio-de-campo e ataque não empolgaram. E nem poderia.

Se esse jogo fosse no Brasil o resultado teria sido outro, mesmo levando em conta que no jogo do Engenhão, no Rio, em setembro do ano passado, tb pelas eliminatórias, houve um 0 a 0. Mas naquela ocasião o Brasil era uma equipe em formação e bem diferente desta que ocupa o primeiro lugar das eliminatórias e vem brilhando intensamente.

Se a altitude prejudicou? Claro: Diego Souza, o destaque do Campeonato Brasileiro, não conseguiu jogar. Adriano, o Imperador,  e que tem decidido os jogos para o Flamengo e é o artilheiro do Campeonato Brasileiro esteve longe de deixar temerosa a fraca defesa boliviana - apenas alguns exemplos.  Além disso, jogadas pelas laterais, uma estratégia comum e eficiente da seleção, praticamente não existiram. Na única que aconteceu , houve o gol de Nilmar.

Destaque¿ Nilmar, pelo gol, e Daniel Alves, que conseguiu dois bons chutes de fora da área, sendo que num deles  a bola acertou o travessão.

 

Para os supersticiosos: nas eliminatórias para  a Copa de 1994, o Brasil perdeu de 2 a 0 em La Paz; nas eliminatórias para  2002, a derrota foi por 3 a 1. E. nestes dois Mundiais o Brasil conquistou o título e chegou ao penta. Bom sinal.

Por Maria às 19h45

Tô no aquecimento

 

Aí PESSOAL. HOJE TEM BRASIL NA ALTITUDE. QUEM ESTIVER MAL FISICAMENTE VAI "DANÇAR". OU MELHOR, VAI PARA O BALÃO DE OXIGÊNIO. O BRASIL JÁ TÁ CLASSIFICADO E NÃO PRECISA SE DESESPERAR. EM VEZ DE CORRER, O NEGÓCIO É  TOCAR A BOLA. EU JÁ COMECEI O AQUECIMENTO.  MESMO SEM OBINA, QUE NA ALTITUDE É UM VERDADEIRO MONSTRO SAGRADO (SERÁ? HAHAHA) E DUNGA  NÃO LEVOU ISSO EM CONTA, O BRASIL NÃO VAI DAR O VEXAME DA ARGENTINA, GOLEADA POR 6 A 1.

AGORA SÉRIO: SERÁ QUE O IMPERADOR VAI AGUENTAR  3.600m DE LA PAZ? JÁ ESTIVE LÁ ALGUMAS VEZES E É BARRA PESADA. VI ATÉ GENTE JOVEM SER ATENDIDA NO POSTO MÉDICO DO AEROPORTO LOGO AO DESEMBARCAR. AGORA, UNS SENTEM MAIS E OUTROS MENOS, MAS TODOS QUE NÃO ESTÃO ADAPTADOS FICAM COM A CONDIÇÃO FÍSICA MUITO COMPROMETIDA.

FUIIIIII  E ATÉ DEPOIS DO JOGO.

Por Maria às 11h45

Sobre o autor

Antonio Maria Filho é jornalista esportivo desde 1970 e cobriu as últimas 9 Copas do Mundo. Esteve a serviço em duas Olimpíadas e dois Mundiais sub-20. Também marcante em sua carreira foi seguir todos os passos do Flamengo na conquista do Mundial Interclubes, em 1981, no Japão, na final contra o Liverpool.

Sobre o blog

Baseado no Rio de Janeiro, o Blog do Maria dirige o olhar treinado do experiente jornalista para o futebol atual e traz bastidores do mundo esportivo acumulados ao longo de quatro décadas de carreira.